terça-feira, 13 de janeiro de 2015

FEBRE CHIKUNGUNYA É TEMA DE PALESTRA NO HDLEM

A coordenação do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Deputado Luis Eduardo Magalhães promoveu na última quinzena de novembro, uma palestra para os colaboradores abordando o tema ‘Febre Chikungunya’. Para este evento foi convidada a enfermeira Laiana Ribeiro (Coordenadora da Vigilância Epidemiológica e Sanitária municipal), que explicou o que é a doença e sua origem, pontuando suas manifestações. A enfermeira falou ainda sobre os dados atuais da doença no Estado e no País, e que o sintoma mais característico da enfermidade é dor forte nas articulações, tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora. Embora os vírus da febre Chikungunya e os da dengue tenham características distintas, os sintomas das duas doenças são semelhantes.
A enfermeira Tatiane Fernandes (Coordenadora SCIH) informou que “o objetivo da palestra foi transmitir informações importantes sobre a doença, considerando que números significativos da doença foram registrados na Bahia”, e que “os profissionais da saúde precisam estar instruídos para prestar adequadamente o atendimento aos pacientes”.

Sobre a febre Chikungunya:

A febre Chikungunya é uma doença causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores. Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A letalidade da Chikungunya, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara, sendo menos frequente que nos casos de dengue. Não há vacina contra febre Chikungunya. Para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, verificar se a caixa d’ água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras iniciativas deste tipo. (Fonte: Ministério da Saúde).







Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pela visita!